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Esterilizar é preciso


Sabe o que sempre me intriga no salão? Como os equipamentos de manicure são esterilizados. E essa encanação não é exclusiva minha, não! Conheço um monte de gente que se preocupa com essa questão. Eu sei que houve um tempo que ninguém se importava muito com isso, mas hoje a coisa mudou, as pessoas vivem mais, estão mais informadas, a ciência está mais avançada... Enfim, muita gente se preocupa com os riscos que um equipamento mal esterilizado pode trazer, desde a transmissão de uma mera micose até doenças mais graves, como hepatite.

 

E não é de hoje que venho querendo fazer uma pauta sobre esse assunto, pois acredito que os donos de salões e as manicures tenham interesse total no tema. Percebi que o assunto é bem complexo, por isso acho que ele merece algumas publicações e não somente uma. Assim, essa é a primeira e em breve pesquisarei mais sobre essa questão.

 

Pra começar, falei com o diretor de marketing da Sercon, Renato Correa da Silva, que conseguiu elucidar diversos pontos obscuros que existiam na minha cabeça sobre a esterilização. Bom, a Sercon é uma empresa que fabrica autoclaves e eu a conheci porque ela estava com estande na Hair Brasil 2008. Segundo o Renato a esterilização é parte de um processo chamado profilaxia, que é um conjunto de práticas usadas, inclusive, em hospitais e que foi adaptado para o meio estético. Ela consiste em: limpeza e higienização, desinfecção, esterilização, isolamento e descarte. O que nos interessa nesse momento são os três primeiros itens.

 

- Limpeza e higienização: esta fase é a limpeza mecânica, ou seja, lavar com água, esfregar com uma escovinha para ter certeza de que os equipamentos estão livres de partículas, como sangue, suor, fragmentos de pele, cabelos, pêlos, assim como de fatores externos, por exemplo poeira, insetos ou restos de alimentos. Esses elementos podem servir de ambiente para a proliferação de agentes contaminantes e quando eliminados, ajudam no decorrer de todo o processo.

 

- Desinfecção: é quando os instrumentais ficam em contato com agentes de limpeza com o objetivo de erradicar os restos orgânicos que não são possíveis de se remover somente com a escovação manual. Isso é feito colocando alicates, limas/lixas de unha, espátulas de cutícula, tesourinhas e outros em soluções químicas enzimáticas, álcool 70% e/ou detergentes especiais. Se possível colocar os instrumentos em máquinas especiais, que soltam jatos com pressão e ajudam a retirada dos resíduos mais incrustados.

 

- Esterilização: o processo de esterilização propriamente dito ocorre em equipamentos chamados autoclaves ou estufas, onde a temperatura é tal que promove a morte dos agentes infecciosos. O grande problema é o tempo. Para se ter uma idéia, uma autoclave precisa entre 30 e 40 minutos em processo sem interrupção ou abertura do compartimento (até porque não é possível). No caso das estufas, esse tempo é no mínimo de 4 horas a 180oC, com a porta fechada durante todo o intervalo de tempo. Quando se abre e fecha a estufa antes da finalização de todo o processo, pode-se causar o inverso da mortalidade dos microorganismos, isto é, ao invés de matar, damos um ambiente mais adequado para que haja a proliferação dos microorganismos.

 

 

É evidente que realizar todo esse procedimento é uma função e tanto, mas no final das contas, vale a pena: você evita a transmissão de doenças e ganha a credibilidade da cliente.

 

 

Serviço

Sercon - Tel.: (11) 2149-1733

www.sercon.ind.br

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